No começo do Campeonato Nacional, com o Paraná na B e o Avaí na A figurando na Zona do Rebaixamento, fiz um comentário sobre a parceira de ambos, a L.A. Sports. Claro que naquele momento fui mordaz, ao colocar que a L.A. estava na Zona do Rebaixamento.
Meu intuito era discutir esta nova relação entre empresários de jogadores e clubes de futebol, que outroram eram inimigos e hoje parceiros.
Com o decorrer do campeonato, o Paraná melhorou muito sua situação e o Avaí todos estão vendo, com chances reais de Libertadores. Bom, a L.A. me calou.
Até baseado neste sucesso do Avaí, o Figueirense cogita fazer do empresário Eduardo Uram, com vários jogadores no Flamengo e no Figueira, seu novo gestor de futebol. Na verdade, Uram acamparia o deptº de futebol do Figueirense.
Este é o novo momento. Antes inimigos, hoje parceiros, os empresários de futebol caminham para dominar os clubes. Muitos pequenos e tradicionais times do interior já foram terceirizados para empresários. Agora este movimento chega aos clubes médios.
Após a Lei Pelé, os empresários dominaram o mercado de jogadores. Com isso dominaram parte importante da receita, qual seja a da colocação de mão de obra, num negócio de mão-de-obra intensiva.
Sem terem as despesas dos clubes e abocanhando parte expressiva do movimento financeiro do futebol, os empresários foram acumulando forte poupança. Que agora é usada para emprestar dinheiro aos clubes, pagar parte de salário de jogadores e no final, via capital, controlar os departamentos de futebol.
Os clubes, detentores das marcas e das despesas do futebol, vão se entregando aos novos donos do negócio.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
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