Com a notícia de que Vadão pediu ao atacante Fabinho que forçasse o terceiro cartão amarelo, fica claro, para mim, que Vadão já está admnistrando a situação. E ele, que sempre foi muito cautelos, no íntimo já tem a vaga como certa.
Vadão, a quem já chamei aqui de filósofo da Série B, é quem melhor interpretou esta competição. Criou as mini metas (10 pontos a cada seis jogos), sempre soube tirar o peso dos ombros de seu time e agora percebeu que o acesso a Série A já é inevitável.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
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Vadão sem dúvida montou uma boa filosofia para série B, a sua grande preocupação foi sempre manter a união do grupo em detrimento à uma mudança radical no esquema tático do time, ou mudança radical na substituição de atletas mantendo sempre um critério na escalação dos atletas.
ResponderExcluirSua terceira passagem pelo Guarani, me fez refletir a questão por que não se firmou como um técnico de ponta no futebol brasileiro.
Em 1992, fez uma inovação no Mogi-Mirim, com o esquema 3-5-2, time que tinha Válber, Leto e Rivaldo como principais peças, era um técnico visionário e inovador para época.
Sua teoria era muito boa, lembro que sua primeira passagem no Guarani em 1995, com um time espetacular com o meio de campo e ataque com Fernando, Fábio Augusto, Djalminha, Amoroso e Luizão, não obtve exito com o temperamental Djalminha. Na época a imprensa questionou a diferença de comandar jogadores humildes com vontade de se destacar em uma cidade pequena, como Mogi-Mirim, com uma cidade grande como Campinas, e comandar jogadores cobras criadas, temperamentais e vaidosos.
Esse aspecto acredito que influi até hoje a forma de comandar o elenco. Procura ao máximo estabelecer critérios para troca de atletas durante a partida ou em razão de suspensões e contusões. Troca sempre seis por meia-dúzia para não criar atrito direto com seus comandados. Isso acaba dando ao time uma estrutra tática pouco flexivel, sem grandes variações táticas, dando ao adversário maior facilidade para estudar como o time atua. A preocupação de não desagradar o atletas me parece a primeira preocupação de Vadão em detrimetno à mudanças táticas e radicais no time. Esses critérios na escalação dos atletas as vezes parece teimosia e falta de visão nos erros do time e demora nas atitudes. O que não é o caso e sim preciosismo de critérios em excesso.
Outro aspecto é um equilibrio entre a humildade e o salto alto. As vezes ouço as entrevistas dele, devido ao excesso de ponderação, pode parecer que está minimizando a qualidade e capacidade do seu elenco. Há necessidade de um ponto de equilibrio em se mostar o salto alto ou demonstrar humildade em excesso.Talvez esse excesso de critério e preciosimo para manter a união do elenco o fez não firmar como técnico de ponta.
Bom Tonhão, aí acho que você tenha mais condiçõs de falar do que, já que vive o dia a dia do time. A meu ver, a distância, sem entrar em detalhes, Vadão tem feito um grande trabalho.
ResponderExcluirDeus saberá ajudar o Vila Nova a permancer na série B e contratar o Vadão para 2010.
ResponderExcluirLisandro
Sem dúvida Wilsom o trabalho do Vadão no Bugre foi acima da média nesta série B. Ressaltei alguns aspectos de seu trabalho que necessita de ajustes. Ao mer um técnico como Vadão para obter sucesso numa divisão maior do futebol brasileiro(série A),e se firmar como técnico de ponta necessita de mais atitudes perante o elenco e menor submissão.
ResponderExcluirEntendi seu ponto de vista, Tonhão.
ResponderExcluirMeu caro Lisandro, nem sei o que te dizer. Digamos que o Vila está no meio do caminho, 50% de chances de continuar na B. Vai ter uma sequência difícil agora e pode bater o desespero, o que seria muito ruim. No final, os jogos são , teoricamente, menos difíceis.
Obrigado por passarem por aqui.