Dois times em lados opostos.
O Figueirense vive uma contradição: É um clube muito organizado, estruturado, com muitos sócios e com um grupo de dirigentes, liderados por Paulo Prisco Paraíso que desenvolveu muito o clube nos últimos dez anos. Porém, o momento é de preocupação, pois caiu para a série B e foi eliminado no estadual e na Copa do Brasil.
O elenco não é forte e vai demandar um bom trabalho do técnico Roberto Fernandes, o qual solicitou mais quatro contratações e indicou o último reforço, o meia Cássio que veio do Sport.
Tem estrutura e camisa para brigar pelo acesso, mas pelo elenco atual deve ficar numa posição intermediária. Como o campeonato é longo, tem força para mudar esta situação.
O Duque de Caxias não só vai montar o time durante a competição, como vai montar o elenco inteiro. Acaba de fechar uma parceria com o Tigres o o Boavista - todos do Rio - e incorporou 17 jogadores daqueles times.
Tarefa dura para o técnico Rodney Gonçalves de apenas 30 anos.
O Natural é que o Duque terá enormes dificuldades. Sem tradição, sem um trabalho anterior de base é candidato ao rebaixamento. Aguardemos.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
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